Quero contar um pouco a respeito dos três artistas que irão expor na Aliança Francesa de Brasília no dia 28. Mesmo porque, dessa maneira, aproveito para organizar as lembranças e as gravuras que estão espalhadas por pastas aqui em casa. De quebra, ensaio um pouco essa vontade de registrar o que os gravadores "não-famosos" andam fazendo... um projeto antigo que, a longo prazo, sei que vai se concretizar.
Vou começar por aquele que conheço há mais tempo: Pulika. Foi no ateliê de xilo da UnB que conheci essa figura, creio que em 2004. Pulika tem uma voz que preenche o espaço; é um sujeito bonachão. Conhece muito de xilogravura e possui um trabalho muito bonito e maduro. Ele se iniciou com a professora Stella Maris Bertinazzo, no ateliê da UnB. Pelo jeito a professora Stella foi uma grande instrutora, amada por alguns e temida por outros, visto que tem a maior fama de general - é o que ouvi por aí. Competente, mas muito braba! Ela desenvolvia projetos em gravura maravilhosos: o Xilo porque Qui-lo, Xilopipas, sua pesquisa sobre Ex Libris, entre outros.
Meu contato com Pulika se deu na UnB, devido ao projeto Xiloucos, da professora Bia de Mello. Nós três mais a Monica Barbosa, a Suzana Camillion, o João, Daniel Banda trabalhamos todos juntos, fizemos cartões, cadernetas, camisetas com estampas de xilogravura. Fizemos feiras, dentre elas a Feira do Livro de Brasília, demos oficinas de gravura e carimbo de borracha. Foi um período de muitos projetos, muito prazer, trabalho e paciência, pois lidar com grupo não é moleza. Atualmente cada um está no seu canto com outros projetos.
Pulika tem uma relação com os livreiros, conhece algo sobre Ex Libris e já fez ilustrações para as publicações lindas da Confraria dos Bibliófilos de Brasília. Nos links abaixo vocês podem acessar algum material a respeito do trabalho desse gravador. Colocarei alguns links a respeito do trabalho da professora Stella Maris, pois vale à pena.
Xilogravura de Pulika - fragmento impresso em cartão para o projeto Xiloucos, meados de 2004 - Brasília. (Pulika parece um pouco com a terceira figura dessa imagem, será um auto-retrato?)
Mais um cartão que Pulika fez para o Xiloucos, mas com uma xilogravura feita para o projeto Xilocalendários, da professora Stella Maris. Essa xilo chama-se "jacaré do papo amarelo".
Olá pessoal, convido a todos para a exposição IV Impressões Brasilienses com os gravadores Pulika, Michelle Cunha e Marcílio Tabosa.
Abertura dia 28/02 às 20h na Galeria Arte em Papel da Aliança Francesa de Brasília.
No dia 01/03 faremos um pequeno ateliê experimental de gravura dentro da própria galeria, aberto ao público, a partir das 19h.
Espero ver vocês lá!
IV Impressões Brasilienses - por Manoela Afonso
Impressões Brasilienses é uma mostra de gravura que já começa a firmar a sua tradição. A primeira edição aconteceu em 2004, por ocasião dainauguração do novo espaço expositivo da Aliança Francesa de Brasília: a galeria Arte em Papel. Idealizada pelos gravadores Lêda Watson e Diô Viana, essa galeria cumpre hoje a importante função de dar destaque à produção artística principalmente no campo da gravura, mas também se compromete com o desenho, a fotografia e outras técnicas que utilizam o papel como suporte. Além disso, a galeria tem por objetivo o intercâmbio com gravadores e centros de gravura de todo o território nacional. Já na sua quarta edição, esse ano a exposição Impressões Brasilienses traz três artistas que têm em comum a xilogravura e a figuração: Marcílio Tabosa, Michelle Cunha e Pulika.
Marcílio Tabosa é cearense e reside há mais de 30 anos no Distrito Federal. Seu contato com a arte vem desde a infância. “Aos oito anos deparei-me com um desenho do Batman descendo a enxurrada e feito a lápis (tosco e primitivo, mas muito além das minhas possibilidades na época). Era de um coleguinha de escola, descobri depois. A partir daí, endoidei. Minha primeira grande influência foi das histórias em quadrinhos”. Marcílio faz xilogravura constantemente há aproximadamente 6 anos e há poucos meses vem estudando gravura em metal. “Não sou um desses talentos prodigiosos, meu trabalho artístico sempre exigiu de mim grande esforço e borracha; forjei-me na marra”. Nessa exposição o artista mostrará aproximadamente 13 xilogravuras com temática relacionada à liberdade da mulher.
Michelle Cunha nasceu em Belém do Pará e reside em Brasília já há alguns anos. É aluna da Faculdade Dulcina de Moraes e professora de artes na galeria Usina das Artes. Michelle apresenta trabalhos que são fruto de uma investigação plástica iniciada há mais de cinco anos. Através de suas imagens a artista busca resignificar o seu cotidiano fragmentado. “Objetos como guarda-chuvas, chaleiras, sapatos, cachimbos, lamparinas, são capturados ao acaso do olhar para, em seguida, encontrarem-se figurados sob o papel. São temas simples que escondem um universo rico, profuso, inquieto, que emergem numa espécie de inventário”, afirma a artista.
Paulo Couto Teixeira, mais conhecido como Pulika, possui uma produção muito significativa no campo da gravura. O artista é natural de Juiz de Fora/MG e reside em Brasília desde 1967. Economista de formação e artista plástico autodidata, iniciou-se na arte da xilogravura em 1979. Participou do Ateliê de Xilogravura da Universidade de Brasília, orientado pela professora Stella Maris Bertinazzo até o ano de 2001. Ao aposentar-se pelo Ministério do Planejamento, em 1994, abriu seu ateliê onde se dedica principalmente à gravura, mas também à pintura, ao desenho e à ilustração. Pulika mostrará duas séries de gravuras; uma delas chama-se “Palavra na Vida” e revela, para os tempos de hoje, as vivências do povo de Israel no passado. Essa série reúne 6 trabalhos que refletem pesquisas de leituras populares da Bíblia, isto é, leituras sob a ótica de pessoas que estão lutando por sua cidadania, sua libertação e contra a exclusão social. Em contraponto, a outra série traz trabalhos eróticos, com figuras femininas sensuais que se fundem às suas alcovas ou, eventualmente, a corpos masculinos. A escolha dessas duas séries revela o pensamento do artista com relação à arte: ela é como uma moeda de duas faces; sagrado e profano estão presentes na arte assim como na vida.
Contato na Galeria Arte em Papel:
Victor Ribeiro Serviço Cultural Aliança Francesa de Brasília tel: 61- 3242-7500 ramal 6
Continuando o registro da jornada - Jataí-GO: dormimos no Hotel Itamaraty. No dia seguinte demos um giro na pequena cidade e até Museu de Arte Contemporânea vimos :)
A recepção foi calorosa, assistimos a um vídeo sobre meio ambiente produzido por eles mesmos, almoçamos uma boa comidinha caseira e saímos para conhecer a propriedade. Emas, papagaios, maritacas, periquitos, araras, tucanos, antas, capivaras, veados, queixadas, catetos, ouriços, jabutis, macacos e diz que tem lobo guará e sucuri por ali também.
Nas fotos acima estão uma ema fêmea e um tanque onde Reginaldo tenta reconstituir o ambiente do rio Araguaia.
Na saída fomos presenteados com músicas do grupo Zooflora e outros temas setanejos... confesso que ouvindo e vendo a música acontecer ali, ao vivo, na varanda da casa, deixei-me envolver por aquele clima rural e, por um momento, até desejei aquela vida... apenas por um momento :)
Esse pequeno cão aí em cima é cantor: participava com uivos afinados em praticamente todas as músicas.
De Jataí seguimos para Serranópolis e nossa aventura por estradas de lama estava apenas começando.
um pequeno brinde. ventilador às costas, Mimo entre os braços, filme qualquer na tv. mais um chocolate. o corpo quer descansar mas o pensamento é insone.
23/02 - 02h30 - escuridão. Depois de um dia inteiro dentro de casa, em frente ao computador, resolvi dar uma caminhada ali no quintal e curtir o ar fresco e o silêncio da madrugada. Juntei o lixo de casa e estava a caminho da rua quando me deparei com um grande cão negro, em pé, na calçada, do lado de fora do portão. Não tive coragem de sair, apesar de sentir que o animal além de gracioso era inofensivo. Ele parecia cansado, como quem chega de uma jornada. Deitou-se com dificuldade. Ficou ali a olhar pra frente... o cão negro, na noite negra a olhar para o infinito. Por fim, baixou a cabeça, deitou de lado e ficou imóvel... estamos cansados.
Hoje é aniversário do Miminho! E ele deu sua voltinha pela madrugada, olhou todos os bichinhos, calangos, besouros, lagartixas e pássaros. Olhou o céu da manhã, comeu comidinha, bebeu água, pediu colo, conversou um pouquinho e dormiu o dia todo... a vida é assim... simples assim.
Imagem: 18/02/07, depois do café da manhã. Cólica em Jataí - calor, céu nublado e memória de JK.
"Neste local, em 4-4-45, em seu primeiro comício para a Presidência da República, Juscelino Kubistchek de Oliveira, assumiu, publicamente, o compromisso de construir BRASÍLIA. Jataí, 26-10-94"
Uma surpresa: essa foi a placa encontrada no prédio que hoje serve de estacionamento do Hotel Itamaraty, em Jataí. Foi aí que nos hospedamos em nossa primeira noite de descanso da micro-cruzada cerratense.
Na rua do hotel havia também o museu histórico da cidade. À noitinha comemos kafta com mandioca, feijão tropeiro e salada de presunto, queijo, azeitona, tomate e palmito. Alguém casava na igreja da pracinha.
No dia seguinte visitamos, entre outros cantos, o Memorial JK de Jataí. Fica logo na entrada da cidade, em destaque. No caminho há placas do tipo "Memorial JK - Visite!". No seu interior há fotografias e documentos de registro das visitas de JK à Jataí, além de uma pequena biblioteca com volumes a respeito da construção de Brasília.
A arquitetura do pequeno memorial foi uma tentativa de fazer algo à moda Niemeyer - volumes brancos, espelho d'água, formas arredondadas... pois é, essa niemeyermania não é de hoje.
Imagem: 18/02/07, à tardinha - água de côco e caminhada.
Imagem: cana pra dar com o pé, de Serranópolis para a Pousada das Araras - 18/02/07 - GO
Itinerário: Goiânia - Parque Nacional das Emas.
São aproximadamente 550 km com trechos em péssimas condições. Alguns pontos da estrada são verdadeiros atoleiros no meio do nada, ou melhor, em meio a monoculturas que seguem até onde os olhos alcançam. O Brasil é realmente grande, nós brasileiros o sabemos bem, mas é rodando pelo interior desses Estados enormes que é possível ter consciência disso. E pensar que essa terra que não acaba mais é patrimônio de uns poucos grandes produtores. O muito nas mãos de poucos é uma vocação nacional. Tudo bem, a agricultura movimenta a economia do país como nenhum outro setor, mas será que essa concentração de terra é realmente correta?
Bom, o carnaval serviu para conhecer um pouco mais desse Centro-Oeste que para mim - uma curitibana urbanóide - é tão desconhecido. Não planejamos nada, simplesmente entramos no carro munidos de não muita água, 4 maçãs, algumas roupas, alguma grana e o guia 4 rodas.
Como somos preguiçosos - vocês podem ver que vamos na contramão daqueles experts em deslocamentos e viagens - levantamos tarde no sábado e ainda ficamos resolvendo se iríamos para MG ou para o interior de GO. Como o Alexandre veio de Brasília e se fôssemos para MG teríamos que voltar praticamente até a capital federal, resolvemos seguir para o Parque Nacional das Emas. Saímos umas 16h00 e nosso primeiro desafio foi conseguir sair de Goiânia sem nos perdermos muito, visto que a sinalização nessa cidade é realmente precária. Não há placas indicando as saídas, as BRs, nada. Rodamos, pedimos informações e finalmente conseguimos acertar o rumo.
BR-060: Abadia de Goiás, Guapó, Posselândia, Cezarina, Indiara, Acreúna, Santo Antônio da Barra, Rio Verde... paramos em Jataí.
Vimos muita coisa até aqui, mas por hora quero deixar aqui um poema da minha amiga Lília Diniz (lá embaixo).
- Durante a viagem, em vários momentos pensei muito em você e na sua trajetória Lília!
É andando por esse mundão de terra que é possível entender certos sentimentos, certas reivindicações, certos gritos, certas atitudes, certos coronelismos...
o carnaval que eu quero é assim... pra lá que eu vô Ô ô Ô ô Ô ô
Passeando à beira mar
Eu você e o luar
Tinha um vento que soprava forte
Tinha a onda que quebrava
Num convite para amar
E o amor você jurou
Quando o coração bateu
Tantos beijos e abraços
De vergonha a lua se escondeu
Marchinha "eu, você e o luar" de Hilário Washington e Celso Garcia
Imagem: Paisagem obtida durante o processo das monotipias sobre tecido. Esse era o papel que protegia o feltro da prensa. E eis uma bela paisagem, ao acaso, é lá onde desejo estar. Gyn/fev/2006
primeiro rabisco de 2007 - já não era sem tempo - BSB/fev
"Não conheço nenhuma arte que exija mais inteligência que o desenho. Tanto para extrair da complexidade da visão a descoberta do traço, para resumir uma estrutura, para não ceder à mão, para ler e pronunciar em si uma forma antes de escrevê-la; quanto para que a invenção domine o momento, que a idéia se faça obedecer, se precise, e se enriqueça do que ela se torna, sob o olhar, todos os atributos do espírito são empregados neste trabalho, onde aparece não menos fortemente o caráter da pessoa, quando ela o tem"
Ufa, o Le Mur #2 está pronto. Será distribuído na Aliança Francesa de Goiás e na Faculdade de Artes da UFG. Quem quiser participar do número 3 com textos, imagens e demais elucubrações, é só mandar pro mail lemur.br@hotmail.com
Le Mur é um zine sobre arte - e viva a mídia independente!
Confiram o blog www.lemurbr.blogspot.com - lá tem o conteúdo da primeira edição e, aos poucos, o conteúdo da segunda será postada lá também. Segue aí embaixo a apresentação do #2.
"2007 E UM MURO NO RUMO
O ano de 2006 terminou com um muro em transformação. E 2007 se inicia com um muro ainda em processo, visto que aqui em Goiânia estava uma chuva danada e ele - le mur - decidiu que iria continuar se transformando. Despiu-se aos poucos: escolheu o que permaneceria colado e o que iria cair junto com alguns pedaços da alvenaria. É, Le Mur é vivo e pensante.
Um muro no rumo não é obstáculo, é ponte, é passagem...
... E nós estamos passando! O número 2 de Le Mur apresenta - entre outras coisas, textos, figurinhas e devaneios - o registro da INTERVENTION de dezembro de 2006, com comentários do pessoal que participou da ação. Traz também a presença de artistas de outros cantos, fato que começa a fortalecer nossa pretendida muro-conexão artística: temos desenhos de Rosane Chonchol do Rio de Janeiro e fotografia de Antonino Canetta de Curitiba. Daqui de Goiânia participam Santhiago Vieira com registro fotográfico de intervenção urbana, a Rafa com suas musas repaginadas, Rafael Roncato com texto, Sam com desenho e Nancy com um pedacinho da sua dissertação sobre gravura defendida no final do ano passado lá na UFG. Será esse o início de uma ponte com a universidade? Tomara. Ah sim! A nossa garota propaganda aí ao lado é a Lidiana. Ela trabalha na Aliança Francesa e está feliz da vida com o Le Mur #1 em mãos. A fotografia foi tirada por Amina. Quem olha assim não imagina o quanto elas correram para que tudo desse certo no final do nosso evento. Fica aqui nossa homenagem! Valeu!"
Resolvi que esse ano seria saudável. Passei a dormir cedo e agora também caminho em volta do campus... até comprei um tênis especialmente para isso! Olhe que isso é algo realmente sério para alguém que, no máximo, levantava copos de cerveja.
Bom, outra medida saudável, agora de cunho organizacional: resolvi que todas as noites, antes de dormir, eu iria responder alguma carta pendente. Isso acabou levando meu projeto "durma cedo" à falência total. Mas sempre achei que dormir era perda de tempo mesmo...
A carta de hoje foi a do Paulo Bruscky. Então me envolvi na leitura do material que ele enviou há algum tempo... Tudo nele tem algo a ver com essa carga subversiva que eu realmente gosto muito.
Demorei-me na leitura, admirando os postais... então começou a passar Olhos Famintos e, como amo filmes de terror - por pior que sejam - resolvi assisti-lo... e foi-se minha noite de sono - filmes de terror com respostas a cartas subversivas caem muito bem.
Não sei porque tenho essa fascinação por criaturas como o bonitão aí em cima... com certeza um dos aspectos que me atrai demais é o estético. Essas criaturas são realmente lindas. Para quem sempre gostou de Munch, Bosch, Brüeguel, Giger... Dráculas, Górgones e Gárgulas... só podia dar nisso mesmo.
Mas voltando ao Paulo: estava relendo suas cartas e me deparei com um convite de exposição na forma de um zine. Nossa, genial! Fiquei encantada, até pelo fato de agora estarmos produzindo o Le Mur.
Vou reproduzir o material do Paulo aqui para vocês, pois realmente vale à pena - além de ser uma provocação.
Antes disso, por falar em provocação, leiam - urgentemente - o texto de Marcelo Barbão, sugerido lá no Perambulagens do meu querido amigo Diego Barreto Ivo:
Talvez só haja esperança mesmo no movimento independente... por mais dependente que ele possa se tornar, mas enfim, é preciso arregaçar as mangas e parar de choramingar. Circular de maneira eficiente pelas margens.
Essa foi a primeira parada da viagem. Debaixo de uma chuva fina curtimos a igreja mas, mais interessante que ela foi parar no Sr. Nelson, ali ao lado, para tomar uma água de coco e comer goiabolo. Foi surpreendente encontrar uma pessoa assim iluminada, delicada, numa casinha mimosa com guloseimas e souvenirs. Ele nasceu em Santos e vive ali há pouco mais de 1 ano. Fazia muito tempo que não éramos atendidos assim, com esse carinho praticamente familiar. Aliás, a cidade de Goiás Velho toda é desse jeito, a sensação é de estar no quintal de casa.
Nos fundos, um jardim impecável que levava à outra casa com peças de artesanato e um pequeno museu com algumas coleções de objetos de viagem. Recomendo a todos: se forem a Goiás parem e troquem uma idéia com o Sr. Nelson... lá tem brincos, maracas, coleção de bonecas, areia colorida, cortinas de tampa de garrafa pet, cerâmica, colares, ferros de passar antigos, uma coleção linda de lamparinas, cactos, cães, sem falar que há um chalé para alugar nos fundos, com vista para a Serra Dourada.
tomei vacina pra febre amarela hoje... e descobri que ainda não perdi aquele medo de agulha... só não saí correndo pra não ficar feio heheh
é estranho saber que vão injetar uma coisa no seu braço que terá validade por 10 anos
enquanto isso, Le Mur #2 sai do forno, aguardem!
"Os seres humanos são compostos de mente e corpo. A mente ocupa-se de coisas nobres como a arte, a poesia e a filosofia. O corpo diverte-se muito mais".